
Ontem, à noite, percebi que eu gosto de sentir o vento tocar em meu rosto.
Me traz uma sensação de liberdade, de euforia...de sinestesia.
Mesmo o frio sendo intenso e cortante.
Ontem, à noite, percebi que pra ser feliz não precisa-se de muito.
Simplesmente estar em boa companhia.
Ontem, à noite, percebi que certas pessoas eu levarei pra sempre.
Porque um simples sorriso DELA, uma careta,ou encaixá-la no meu colo, de ficar mexendo em seu cabelo, me dá a sensação de proteção...e é isso que eu quero fazer por essa menina levada que prende num elo de alma.
Ontem, à noite, percebi que certas coisas são inevitáveis.
Que eu posso fugir, tentar convencer a mim mesma que é loucura, que não tem lógica., mas sempre acontece o contrário.
Ontem, à noite, eu percebi que, mesmo não acreditando em alma gêmea, a gente sente necessidade de uma determinada pessoa, sem nem ao menos perceber. Que por mais que você tente, você não consegue cortar o laço que vos envolve.
Que certas coisas simplesmente não se explicam, e nem se discutem.
Ontem, à noite, percebi que, por mais que eu tente esquecer ou ignorar, o gosto do beijo, o cheiro do perfume, o aconchego do abraço (de urso), ou o sorriso contagiante...eu não conseguirei.
Ontem, à noite, eu percebi que, ao te ver, meus anjos se transformam em demônios e os demônios se misturam nesse confronto de sonhos e realidades... que me fazem perder o sono, e a sanidade.
Ontem, à noite, eu percebi que ser covarde não é motivo de vergonha.
Que tirar a armadura e deixá-la trancada na última gaveta, às vezes faz bem.
Que se entregar, se envolver, se arrepender...faz parte do processo.
Ontem, à noite, eu percebi que, desejos, a gente simplesmente não controla.
Que lutar contra esses medos é o mesmo que uma luta entre o bem e o mal, o príncipe e o malvado, o herói e o vilão.. é uma luta de dentro pra fora. Uma luta sem qualquer vestígio de outro integrante...é uma luta solo.
Ontem,à noite, eu percebi que certas frases tem o poder de atordoar uma pessoa, por mais firme que ela seja.
Que um simples olhar, desconcerta, atormenta....me envolve, me ganha.
Ontem, à noite, eu percebi que eu poderia tirar sons inexplicavéis de um violão velho e desafinado, escondido no armário.
Que eu poderia compor uma canção exclusiva, com uma melodia marcante que iria ecoar por aquele vento que soprava lá fora.
Seria a minha canção.
Seria o grito de um coração que se manifesta como um último aviso. Como um sinal de que, às vezes, se perder, se entregar, se deixar levar, não é motivo de preocupação.
Seria uma súplica, em defesa de uma decisão...
Um confronto entre o real e o imaginário, entre o fato e a idealização...entre o amor e a paixão.
Ontem a noite,
bem...
Ontem.
A noite se encerrou num sono profundo.
Me traz uma sensação de liberdade, de euforia...de sinestesia.
Mesmo o frio sendo intenso e cortante.
Ontem, à noite, percebi que pra ser feliz não precisa-se de muito.
Simplesmente estar em boa companhia.
Ontem, à noite, percebi que certas pessoas eu levarei pra sempre.
Porque um simples sorriso DELA, uma careta,ou encaixá-la no meu colo, de ficar mexendo em seu cabelo, me dá a sensação de proteção...e é isso que eu quero fazer por essa menina levada que prende num elo de alma.
Ontem, à noite, percebi que certas coisas são inevitáveis.
Que eu posso fugir, tentar convencer a mim mesma que é loucura, que não tem lógica., mas sempre acontece o contrário.
Ontem, à noite, eu percebi que, mesmo não acreditando em alma gêmea, a gente sente necessidade de uma determinada pessoa, sem nem ao menos perceber. Que por mais que você tente, você não consegue cortar o laço que vos envolve.
Que certas coisas simplesmente não se explicam, e nem se discutem.
Ontem, à noite, percebi que, por mais que eu tente esquecer ou ignorar, o gosto do beijo, o cheiro do perfume, o aconchego do abraço (de urso), ou o sorriso contagiante...eu não conseguirei.
Ontem, à noite, eu percebi que, ao te ver, meus anjos se transformam em demônios e os demônios se misturam nesse confronto de sonhos e realidades... que me fazem perder o sono, e a sanidade.
Ontem, à noite, eu percebi que ser covarde não é motivo de vergonha.
Que tirar a armadura e deixá-la trancada na última gaveta, às vezes faz bem.
Que se entregar, se envolver, se arrepender...faz parte do processo.
Ontem, à noite, eu percebi que, desejos, a gente simplesmente não controla.
Que lutar contra esses medos é o mesmo que uma luta entre o bem e o mal, o príncipe e o malvado, o herói e o vilão.. é uma luta de dentro pra fora. Uma luta sem qualquer vestígio de outro integrante...é uma luta solo.
Ontem,à noite, eu percebi que certas frases tem o poder de atordoar uma pessoa, por mais firme que ela seja.
Que um simples olhar, desconcerta, atormenta....me envolve, me ganha.
Ontem, à noite, eu percebi que eu poderia tirar sons inexplicavéis de um violão velho e desafinado, escondido no armário.
Que eu poderia compor uma canção exclusiva, com uma melodia marcante que iria ecoar por aquele vento que soprava lá fora.
Seria a minha canção.
Seria o grito de um coração que se manifesta como um último aviso. Como um sinal de que, às vezes, se perder, se entregar, se deixar levar, não é motivo de preocupação.
Seria uma súplica, em defesa de uma decisão...
Um confronto entre o real e o imaginário, entre o fato e a idealização...entre o amor e a paixão.
Ontem a noite,
bem...
Ontem.
A noite se encerrou num sono profundo.
faz assim ô enche a cara e esquece o ontem.
ResponderExcluirsei que não é facil escapar de lembranças, mas a gente precisa acreditar,
como diz o caio, se a gente não tem o amor,
tem as estradas.
e os amigos.
tô aqui, te amo!
Agora que eu percebi que a menina levada sou eu.
ResponderExcluirchorei acredita?
não tinha me encaixado ali.
Foi no trecho do colo que eu saquei.
a gente na sala, guase toda vez que você aparece pra me faz mais feliz.
eu te amo tanto, que metade do meu tempo eu passo tentando ser mais corajosa pra você e a outra metade querendo que você me proteja do que me machuca.
Sem palavras.
Algumas vezes eu não entendo a nossa necessidade de jogar longe o nosso orgulho. De abandonar nosso volante pra outra pessoa dirigir, mudar a trilha sonora, trocar a cor das cortinas do quarto que ainda nem temos.
ResponderExcluirEu penso que tudo que tem uma explicação bem definida é irrelevante. Pode até ser verdadeiro, mas não é épico. Não é assustadoramente romântico.
E eu leio tanto amor em forma de segredo nesse seu texto. Tanta fúria escondida numa nova cor de unhas, num vestido comum mas visto com os olhos devidamente quentes.
É assim e não é assim. As regras não se atribuem sempre, elas nos traem e nos convencem, mas nós sempre podemos escolher.
Li em algum lugar que o arrependimento é bíblico. É a maior força que alguém pode manisfestar. Talvez esses poderes não sejam interessantes para todos os heróis. Mas quem somos nós, além de salvar o mundo de nós mesmos?
Use então essas suas asas para proteger mesmo. Porque voar ficou tão lugar-comum que o chão roubou todo o encanto do céu.
Beijo srta Sabe Tudo.