
Como entender...
Tantos clichês, tantos melodramas, tantas filosofias, tantas questões, tantas dúvidas, tanta ousadia.
Eu traduziria isso tudo numa bela noite, fria, recheada de intenções, olhares e desejos.
Ou talvez, como tomar uma bela taça de Dry Martini.
A mistura, o gosto amargo que logo se transforma num sabor adocicado e misterioso.
O desejo de uma outra taça, e logo percebe que se tornou prisioneira.
E assim, te envolve, te conturba, te seduz...te vicia.
E na outra noite, ainda insatifeita, necessita de mais uma dose.
Você se vê presa nessa alucinação "alcoolica", insana e fugaz.
Como sobreviver a esse vício?
Como se libertar dessa vontade? Desse desejo incrivelmente vunerável, desmedido...insano.
Parte de mim quer se livrar, esquecer das sensações, das loucuras, dos tormento...Quer a lucidez.
Outra parte, não.
Essa outra parte quer a alucinação, o arrepio, a fuga da realidade, a insanidade, o devaneio.
Quer o confronto, o toque, o sorriso, o beijo...
Quer a embriaguez.
E pra quê pensar tanto para escolher que parte seguir?
Mais uma noite se aproxima,
e ...
"Mais uma dose?
É claro que eu to afim! "
Acho que de todos que já li, este é meu favorito..
ResponderExcluir"Como sobreviver a esse vício?
Como se libertar dessa vontade? Desse desejo incrivelmente vunerável, desmedido...insano."
mas acho que eu não estou afim de outra dose.
já deu pra mim...